Conto erótico gay – O DONO DA COLEIRA – QUANDO O CHEFE VIROU SUBMISSO Capítulo 4.

O DONO DA COLEIRA – QUANDO O CHEFE VIROU SUBMISSO (4) (1)

CAPÍTULO 4: “O PEÃO DA FÁBRICA”

Heitor não conseguia parar de pensar na coleira. Durante toda a semana, ele sentia o peso do couro em volta do pescoço, mesmo quando não estava usando. Era uma lembrança constante de quem ele era agora. De quem era dele.

Na sexta-feira, Bento mandou uma mensagem:

“Amanhã cedo, 6h da manhã. Vem de roupa velha. Jeans rasgado, camisa surrada, bota. Vai ser um dia diferente.”

Heitor leu e sentiu o coração acelerar. Roupa velha? Ele não usava roupa velha há mais de vinte anos. Mas ele confiava em Bento. Ou pelo menos, confiava o suficiente para obedecer.

No sábado, ele acordou antes do sol. Abriu o guarda-roupa e encontrou um jeans velho que ele usava na faculdade, uma camisa xadrez desbotada e uma bota de couro que ele comprou para uma viagem há muito tempo. Olhou no espelho e não se reconheceu.

— Quem é esse cara? — ele sussurrou.

Mas foi.

Bento o esperava em uma fábrica abandonada na Zona Leste de São Paulo. Era um galpão enorme, com janelas quebradas, máquinas enferrujadas e cheiro de óleo e poeira.

— O que é isso? — Heitor perguntou, entrando.

— Hoje, você vai ser um peão — Bento disse, com um sorriso. — Vai trabalhar na linha de produção. E eu vou ser o seu chefe.

Heitor olhou em volta. Não havia linha de produção. Não havia máquinas funcionando. Era só um galpão vazio.

— Mas não tem nada aqui — ele disse.

— Tem sim. Você. E a sua imaginação. E a minha.

Bento apontou para uma bancada de metal. Em cima, havia uma caixa com ferramentas velhas, algumas peças de ferro e uma pasta com papéis.

— O seu trabalho hoje é consertar essa máquina — Bento disse, apontando para uma prensa enferrujada. — É o que eu mandei. Você vai mexer nela até eu dizer que pode parar.

Heitor olhou para a prensa. Estava quebrada, suja, coberta de teias de aranha.

— Mas ela não funciona — ele disse.

— Exatamente. Você vai fingir que funciona. Ou melhor, você vai fingir que está tentando consertar. E eu vou fingir que sou seu chefe, um chefe filho da puta que grita com você o tempo todo.

Heitor sentiu o pau endurecer. A ideia de ser humilhado, tratado como um funcionário qualquer, mexeu com ele de um jeito que ele não esperava.

— E se eu não fizer? — ele perguntou, desafiando.

— Você vai fazer. Porque você sabe o que acontece quando você desobedece.

Bento deu um passo à frente e agarrou a coleira de Heitor — a mesma que ele usava agora, escondida sob a camisa xadrez. Puxou Heitor para perto.

— Agora, vai trabalhar, peão. Ou vou te dar uma razão para trabalhar.

Heitor foi até a bancada, pegou uma chave inglesa e começou a mexer na prensa. Bento ficou atrás, observando.

— Mais rápido! — Bento gritou. — Você acha que eu pago você pra ficar parado?

Heitor se mexeu mais rápido, as mãos tremendo. Ele nunca tinha feito trabalho manual na vida. Não sabia o que estava fazendo. Mas o jogo era sobre outra coisa.

Bento caminhou até ele, parou atrás, e enfiou a mão por baixo da camisa de Heitor, apertando sua bunda.

— Tá duro, peão? — Bento sussurrou. — Tá com tesão de ser humilhado?

— Sim — Heitor respondeu, a voz falhando.

Bento deu um tapa forte na bunda de Heitor.

— Então abaixa a calça e apoia na máquina.

Heitor obedeceu. Abaixou o jeans, apoiou as mãos na prensa fria, e arquear as costas. Bento passou lubrificante nos dedos e começou a prepará-lo, os dedos entrando e saindo devagar.

— Você é meu peão — Bento disse, a voz rouca. — Meu funcionário. Minha puta.

— Sou — Heitor gemeu. — Sou tudo seu.

Bento colocou uma camisinha e enfiou o pau no cu de Heitor de uma vez. Heitor gritou, um grito abafado pela mão que Bento colocou em sua boca.

— Cala a boca, peão — Bento sussurrou. — Seus colegas de trabalho vão ouvir.

O jogo era perfeito. O galpão vazio, as máquinas enferrujadas, o cheiro de óleo, e a sensação de ser tratado como um operário comum. Heitor sentiu o pau de Bento entrar fundo, cada estocada o lembrando de que ali, naquele momento, ele não era ninguém.

Bento metia forte, a mão apertando a coleira de Heitor, puxando seu pescoço para trás.

— Isso, peão — Bento gemia. — Trabalha pra mim. Trabalha com o cu.

Heitor sentiu o orgasmo se aproximar. Ele se masturbou enquanto Bento continuava metendo, os dois chegando juntos em um gemido abafado.

Bento tirou o pau, ajeitou a calça, e olhou para Heitor, que ainda estava apoiado na prensa, ofegante.

— Bom trabalho, peão — Bento disse. — Amanhã tem mais.

Heitor virou o rosto, os olhos marejados de prazer e vergonha.

— Eu sou seu, Bento. Para sempre.

Bento sorriu e puxou a coleira.

— Eu sei. Agora veste a calça. Vamos tomar um café.

Os dois saíram do galpão, o sol já alto no céu, e foram para uma padaria perto dali. Sentaram na mesa, pediram pão na chapa e café com leite.

— Você gostou? — Bento perguntou.

— Gostei — Heitor respondeu. — Nunca pensei que fosse gostar tanto de ser tratado assim.

— É porque você é um submisso, Heitor. E tá tudo bem. Você só precisava de alguém pra te mostrar isso.

Heitor segurou a mão de Bento por cima da mesa.

— E você vai ficar comigo? Pra sempre?

Bento apertou a mão de volta.

— Vou. Mas só se você continuar usando a coleira.

Heitor riu, a primeira risada genuína em anos.

— Combinado.

FIM DO CAPÍTULO 4

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