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Conto erótico gay – O DONO DA COLEIRA – QUANDO O CHEFE VIROU SUBMISSO Capítulo 2.

O DONO DA COLEIRA – QUANDO O CHEFE VIROU SUBMISSO (2) (1)

CAPÍTULO 2: “A MESA DE REUNIÕES”

O dia seguinte começou como qualquer outro na Construtora Áurea. Os funcionários chegaram, o café foi feito, as conversas bobas no elevador. Mas tinha uma coisa diferente no ar. Uma tensão elétrica que ninguém conseguia explicar.

Heitor Dias chegou às 7h da manhã, como sempre. O terno preto, a postura ereta, o olhar gelado. Mas por trás da fachada, o coração dele tava acelerado. Ele não tinha dormido. Ficou a noite inteira revivendo o momento em que Bento o fez ajoelhar.

Ele sentiu vergonha. Mas sentiu também uma coisa que ele não sentia há anos: excitação genuína.

A manhã passou rápida. Reunião atrás de reunião, relatórios, telefonemas. Heitor tentou se concentrar, mas os olhos dele procuravam Bento em cada canto do escritório. O estagiário tava na mesa dele, digitando algo no computador, com a mesma calma de sempre.

Às 14h, Heitor mandou um e-mail para toda a equipe:

“Reunião geral na sala 01, 15h. Presença obrigatória.”

Bento leu o e-mail e sorriu. Ele sabia o que vinha.

Quando o relógio marcou 15h, a sala de reuniões estava cheia. Os executivos sentados ao redor da mesa de mogno, os gerentes de projeto, os assistentes. Bento entrou por último e sentou na ponta, longe de Heitor. Mas os olhos do CEO estavam fixos nele.

— Vamos começar — Heitor disse, a voz firme. — O foco de hoje é o projeto do novo bairro planejado. Quero números, prazos, custos.

A reunião começou. Um gerente apresentou gráficos, outro falou sobre fornecedores. Heitor fazia perguntas cortantes, mas sem a agressividade de sempre. Ele parecia distraído, os olhos vagando.

Foi quando ele viu o celular vibrar sobre a mesa. Uma mensagem de Bento.

Heitor olhou para o telefone, depois para Bento, que estava mexendo no próprio celular com um sorriso safado.

A mensagem dizia:

“Você tá esquecendo de uma coisa, Heitor. O que você prometeu pra mim hoje?”

Heitor engoliu em seco. Ele sabia o que Bento queria. A promessa: depois do expediente, ele ficaria de joelhos na sala dele. Mas Bento estava impaciente.

Ele olhou de novo para o celular. Outra mensagem chegou:

“Ou você faz o que eu mandei agora, ou eu conto pra todo mundo o que vi no seu computador. A escolha é sua.”

Heitor sentiu o corpo tremer. A sala de reuniões, com mais de quinze pessoas, se tornou um cenário de perigo. Ele não podia se ajoelhar ali. Mas também não podia arriscar que o segredo fosse revelado.

— Heitor? — uma voz chamou. O gerente de projetos estava esperando uma resposta.

Heitor olhou para Bento. O estagiário tava com uma expressão de pura dominação, os olhos pretos cravados nos dele.

— Eu… — Heitor começou, a voz falhando. — Eu preciso de um momento. Vou pegar um café. Continuem sem mim.

Ele se levantou, a cadeira rangendo no chão de madeira, e saiu da sala. O coração dele tava disparado, a respiração ofegante.

Ele foi direto pro banheiro. Se trancou numa cabine, as mãos tremendo.

— Porra — ele sussurrou, passando as mãos no rosto. — O que ele tá fazendo comigo?

A porta do banheiro se abriu. Passos lentos, calmos.

— Heitor — a voz de Bento ecoou no vazio. — Eu sei que você tá aqui. Sai.

Heitor abriu a porta da cabine. Bento tava encostado na pia, os braços cruzados, o sorriso debochado.

— Cê acha que pode fugir de mim? — Bento disse, a voz baixa. — Eu disse pra você fazer na sala. Mas aqui serve.

Heitor olhou em volta. O banheiro era luxuoso, como tudo na empresa. Mármore, espelhos, sabonete líquido importado. Mas naquele momento, era só um banheiro, e ele tava prestes a se ajoelhar para um estagiário.

— Bento, aqui não — Heitor tentou. — Alguém pode entrar.

— Então a gente tem que ser rápido — Bento respondeu. — Ajoelha.

Heitor demorou, mas a voz de Bento tinha um peso que ele não conseguia ignorar. Ele caiu de joelhos no chão de mármore.

— Bom menino — Bento disse, passando a mão nos cabelos grisalhos de Heitor. — Agora, me mostra o que você faz com a boca.

Heitor desabotoou a calça de Bento, puxou o zíper, e tirou o pau pra fora. Era grande, grosso, e já tava duro. Heitor abriu a boca e começou a chupar.

Os gemidos abafados do CEO ecoaram no banheiro vazio. Ele chupava com vontade, como se tivesse esperado por isso a vida inteira. A mão de Bento segurava seus cabelos, guiando a cabeça.

— Isso — Bento gemia baixo. — Chupa gostoso. Tudo.

Heitor engoliu o pau de Bento até o fundo, a saliva escorrendo pelo queixo. Era uma mistura de humilhação e prazer, e ele adorava cada segundo.

— Vou gozar — Bento avisou, a voz falhando. — Toma tudo.

Heitor sentiu o leite quente escorrer pela garganta, e engoliu sem hesitar. A mão de Bento apertou seus cabelos mais forte.

— Bom menino — Bento repetiu, arfando.

Ele guardou o pau na calça, abriu o zíper, e se virou pra pia. Heitor ficou ali, ajoelhado, o rosto molhado, o corpo tremendo.

— Agora — Bento disse, lavando as mãos. — Volta pra reunião. E me agradece por ter sido rápido.

Heitor se levantou, ajeitou o terno, e saiu do banheiro. Quando voltou pra sala, os executivos estavam discutindo os números. Ninguém percebeu nada.

Só Bento, que entrou depois, com aquele sorriso de quem sabia que tinha o CEO na palma da mão.

E, no fundo, Heitor sabia que não queria estar em nenhum outro lugar.

Capítulo 2 – FIM.

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