O Rafa tinha 28 anos, corpo definido de quem fazia academia e jogava futebol todo sábado. Ele era o mais novo do grupo, o mais rápido, o que sempre chegava em casa com aquele sorriso de quem tinha se divertido.
Mas o que o Rafa gostava mesmo, e ninguém sabia, era do que acontecia depois do futebol.
Todo sábado, o grupo se reunia no campo do bairro. O Rafa, o Beto (34 anos, urso, barbudo, peito peludo), o César (32 anos, magro, sarado, tatuado), e o Tuca (29 anos, moreno, olhos de quem sempre tava tramando algo). Eles jogavam bola, riam, bebiam cerveja no bar depois.
Até que um dia, o Rafa ficou na casa do Beto depois do futebol. Os outros foram embora, mas o Beto convidou o Rafa pra tomar uma cerveja na varanda.
— Cara, ce joga bem demais — Beto disse, sentando na cadeira.
— Valeu, véio — Rafa respondeu.
O Beto olhou o Rafa de um jeito diferente. O Rafa sentiu. Mas não recuou.
— Sabe o que eu tava pensando? — Beto perguntou.
— O quê?
— Que ce tem um corpo gostoso, parcero.
O Rafa sentiu o pau endurecer.
— Ce tá dando em cima de mim?
— Tô.
O Rafa não disse nada. Só se levantou e foi até o Beto. Ajoelhou na frente dele, abriu a calça e enfiou o pau do urso na boca.
— Porra, Rafa — Beto gemeu. — Cê é um safado, hein?
O Rafa chupou o Beto na varanda, o corpo do urso todo pelado e suado. O Beto gozou na boca dele, e o Rafa engoliu.
— Amanhã a gente repete — Beto disse. — Mas com os outros.
Na semana seguinte, depois do futebol, o Rafa foi na casa do Beto de novo. Mas dessa vez, o César e o Tuca estavam lá.
— A gente conversou — Beto disse. — O César e o Tuca também querem. Se você quiser.
Rafa olhou para os três. O coração batendo forte. Mas o pau já tava duro.
— Eu quero.
O Beto fechou a porta da casa.
— Tira a roupa — ele disse.
Rafa obedeceu. Ficou nu, o corpo suado de futebol.
— Ajoelha — Tuca ordenou.
Rafa ajoelhou.
Os três abriram as calças. Três paus duros na frente dele.
— Escolhe um — César disse.
Rafa escolheu o de Tuca. Enfiou na boca, a mão no pau do Beto. O César se ajoelhou atrás dele e começou a lamber o cu do Rafa.
— Isso — César disse. — Prepara ele.
Rafa sentiu a língua do César entrando no cu. Os dedos do Beto apertavam seu cabelo.
— Agora deita na mesa — Beto ordenou.
Rafa deitou na mesa de jantar, de costas, as pernas abertas. Os três se posicionaram.
— Dupla penetração — Beto disse. — Você vai levar dois paus no cu ao mesmo tempo.
Rafa sentiu o corpo gelar e esquentar ao mesmo tempo.
— Eu nunca fiz isso — ele disse, a voz trêmula.
— Hoje você vai aprender — César respondeu, com um sorriso.
Beto passou lubrificante no cu do Rafa. Enfiou um dedo, depois dois. Rafa se contorceu.
— Tudo bem? — César perguntou.
— Tudo — Rafa respondeu. — Pode vir.
Beto se posicionou na frente, César atrás. Os dois alinharam os paus na entrada do cu de Rafa.
— Vai devagar — Rafa pediu.
— Vai.
Os dois entraram juntos. Rafa sentiu os dois paus se abrindo caminho dentro dele, a dor e o prazer se misturando.
— Caralho — ele gritou. — É muito!
— Relaxa — César disse, a mão no pau de Rafa. — Vai ficar bom.
Os dois começaram a meter. Entravam e saíam juntos, os paus se tocando dentro do cu de Rafa. O som dos corpos se chocando enchia a sala.
O Tuca ficou na frente de Rafa, o pau na mão.
— Abre a boca — Tuca ordenou.
Rafa abriu a boca, e Tuca enfiou o pau. Três paus ao mesmo tempo: dois no cu, um na boca.
— Isso — Beto gemeu. — Agora você é nossa puta.
Rafa sentiu os dois paus no cu se movendo, a boca cheia de pau. O corpo todo tremendo.
— Vou gozar — Rafa avisou, a voz abafada.
— Goza — César ordenou.
Rafa gozou, o leite quente escorrendo pela barriga. Beto e César gozaram juntos, dentro do cu de Rafa. Tuca gozou na boca dele, e Rafa engoliu.
Os três tiraram os paus. Rafa ficou deitado na mesa, o cu escorrendo porra, a boca babada, o corpo todo vermelho.
— Isso foi… — Rafa começou.
— Foda — Beto completou. — Totalmente foda.
— A gente repete? — Tuca perguntou.
Rafa olhou para os três.
— Todo sábado.
E assim começou a tradição. Todo sábado, depois do futebol, os quatro se encontravam. O jogo de verdade era o que vinha depois. No campo, na varanda, na sala. Os vizinhos reclamavam dos gemidos.
E o Rafa se tornou o que ele sempre quis ser.
A putinha dos amigos de futebol.
FIM.
