O primeiro dia de aula na faculdade de Psicologia era sempre um caos. Calouros perdidos, veteranos rindo, salas lotadas, e a famosa “semana do trote” que todo mundo falava, mas ninguém explicava direito.
O Lucas tinha 18 anos, tinha acabado de sair do ensino médio, e estava animado e apavorado ao mesmo tempo. Ele era magro, de pele clara, cabelos castanhos bagunçados, olhos verdes, um piercing na orelha, e um jeito tímido que atraía os veteranos como mel atrai mosca.
No primeiro dia, os veteranos pegaram os calouros no hall de entrada. Risadas, brincadeiras, pintura no rosto, e uma lista de tarefas humilhantes.
— Calouro! — um veterano gritou, apontando para o Lucas. — Você vai ter que fazer o trote especial.
— Especial? — Lucas perguntou, o coração acelerado.
O veterano era o Marcelo, um cara de 24 anos, bombado, cabelo loiro descolorido, olhos azuis, e um sorriso de quem já tinha feito isso muitas vezes.
— É tradição, Lucas. Todo calouro de Psicologia tem que passar por isso. São cinco caras. Você vai dar para cinco veteranos. A gente chama de “Trote da Iniciação”.
Lucas sentiu o corpo gelar.
— Eu não posso. Eu nunca…
— Nunca o quê? — Marcelo interrompeu, com um sorriso malicioso. — Nunca deu? Hoje você vai aprender.
Os outros veteranos riram. Lucas olhou em volta. Ninguém ia ajudá-lo. Os outros calouros estavam tão assustados quanto ele.
— Se você não fizer, você vai ser o único calouro que não passou no trote — Marcelo disse, a voz mais baixa. — E todo mundo vai saber que você é um bundão. Ninguém vai querer ser seu amigo. Você vai ser o excluído.
Lucas sentiu as mãos suarem.
— Como… como é que funciona?
Marcelo sorriu.
— É simples. A gente vai para a sala do fundo. Tem cinco caras te esperando. Você vai dar para cada um. Um por um. Você pode escolher a ordem, mas tem que ser todos.
— E se eu não quiser?
— Você quer. Todo mundo quer. Você só não sabe ainda.
Lucas respirou fundo. A pressão era enorme. A vontade de pertencer. O medo de ser excluído. E, no fundo, um desejo que ele nunca tinha admitido.
— Tá — ele disse. — Vou.
Marcelo o levou até a sala do fundo. Era uma sala de aula vazia, com carteiras empilhadas e uma cortina de papel no fundo. Cinco caras estavam lá, sentados em cadeiras.
O Lucas reconheceu alguns: o Bruno, um moreno alto de 23 anos; o Caio, ruivo de 21 anos e corpo atlético; o Thiago, 22 anos, de cabelo cacheado e olhos castanhos; o Daniel, de 23 anos, sarado, todo tatuado; e o Beto, 24 anos, o mais velho do grupo.
— A lista — Marcelo disse, entregando uma folha para o Lucas. — Escreve a ordem de quem você vai dar.
Lucas escreveu com a mão trêmula: Bruno, Caio, Thiago, Daniel, Beto.
— Gostei da ordem — Marcelo disse, com um sorriso. — Vamos começar.
Lucas tirou a roupa, o corpo magro e branco brilhando sob a luz fria da sala. Os cinco caras se sentaram na cadeira, as calças abertas, os paus duros. O Lucas sentiu a saliva secar.
O Bruno foi o primeiro. Ele sentou na cadeira, e o Lucas se ajoelhou na frente dele.
— Chupa — Bruno ordenou.
Lucas abriu a boca e enfiou o pau do Bruno na garganta. Era grande, grosso, e tinha um gosto de suor e pré-gozo. A mão de Bruno segurou a cabeça do Lucas, guiando os movimentos.
— Isso — Bruno gemeu. — Chupa gostoso. Tudo.
Lucas chupava com vontade, a saliva escorrendo pelo queixo. Os outros caras observavam, os paus duros na mão.
— Vai gozar — Bruno avisou. — Toma tudo.
Bruno gozou na boca do Lucas, e Lucas engoliu tudo, o leite quente escorrendo pela garganta.
O Caio foi o segundo. Mais grosso que o Bruno. Lucas colocou na boca, o corpo tremendo. Caio metia fundo, a mão no cabelo do calouro.
— Isso, novato — Caio gemia. — Chupa que nem puta.
Lucas sentiu o orgasmo do Caio na boca e engoliu de novo.
O Thiago foi o terceiro. Ele segurou a cabeça do Lucas e meteu fundo, sem dó.
— Quero ver você engolir tudo — Thiago disse. — Quero ver você chorar.
Lucas sentiu os olhos lacrimejarem, mas continuou.
O Daniel foi o quarto. O mais tatuado. Ele puxou o Lucas pela mão e o virou, colocando o calouro de quatro numa carteira.
— Agora você vai dar de verdade — Daniel disse.
Lucas sentiu o lubrificante escorrer pelo cu. Daniel enfiou o pau, e Lucas gritou.
— Porra, como é apertado — Daniel gemeu, começando a meter.
Ele metia forte, sem dó. Lucas sentia o pau entrar e sair, a dor se misturando com um prazer estranho.
— Isso — Daniel gemia. — Toma. Toma tudo.
Os outros caras se aproximaram. O Bruno estava na frente do Lucas, o pau na mão.
— Abre a boca — Bruno ordenou.
Lucas abriu a boca, e Bruno enfiou o pau nela. Ao mesmo tempo, Daniel metia no cu do Lucas.
Dupla penetração.
O Lucas se sentiu dividido ao meio. Um pau na boca, outro no cu. A mão do Bruno apertava seu cabelo. A mão do Daniel apertava sua bunda.
— Isso — Bruno gemia. — Chupa enquanto toma no cu.
Os movimentos dos dois se sincronizaram. Bruno metia na boca, Daniel metia no cu. O Lucas sentiu o corpo todo se abrir.
— Caralho — Daniel gemeu. — Vou gozar.
Daniel gozou primeiro, dentro do cu do Lucas. O leite quente escorreu pela coxa do calouro. Bruno gozou na boca do Lucas, e ele engoliu.
O Beto foi o último. O mais velho, o mais experiente.
— Deita na mesa — Beto ordenou.
Lucas deitou na mesa, as pernas abertas. Beto enfiou o pau devagar, sentindo o calouro se abrir.
— Você gosta, né, viado? — Beto perguntou, a voz rouca.
— Gosto — Lucas respondeu, a voz chorosa.
Beto metia forte, a mão apertando o pau do Lucas.
— Goza comigo — Beto ordenou.
Os dois gozaram juntos, o leite quente escorrendo pela barriga do Lucas.
Os cinco se revezaram por horas. Lucas foi fodido por todos, a boca, o cu, o corpo todo dolorido. Dupla penetração, oral simultâneo, tapas na bunda, xingamentos.
— Você é nossa puta agora — Daniel disse, metendo fundo.
— Sou — Lucas respondeu, a voz rouca.
Quando acabou, ele estava deitado no chão, nu, suado, a porra escorrendo do cu e da boca.
Marcelo se aproximou.
— Parabéns, calouro — ele disse, com um sorriso. — Você passou no trote. Agora você é um de nós.
Lucas não respondeu. Só fechou os olhos e sentiu o gosto da saliva e da porra na boca.
No dia seguinte, na sala de aula, todos olhavam para o Lucas com um sorriso. Os veteranos bateram palmas. Os calouros olharam com admiração.
— O herói do trote — alguém disse.
Lucas sorriu.
Mas, no fundo, ele sabia que tinha virado outra coisa.
Ele tinha virado a puta dos cinco.
FIM.
