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Conto Erótico Gay Hentai: O PATRÃO E O ESCRAVO SUBMISSO Cap 5 FINAL

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A noite com Takeshi não tinha quebrado Ren. Tinha despertado algo dentro dele. Algo que ele nunca soube que existia.

Enquanto as marcas do chicote ainda ardiam em suas costas, Ren sentia um fogo diferente. Não era vergonha. Era prazer. Cada marca era um lembrete de que ele pertencia a alguém. De que ele era desejado. De que ele era propriedade.

Na manhã seguinte, Kaito entrou no quarto de Takeshi e encontrou Ren ainda de joelhos, a coleira no pescoço, o plug ainda no cu. Mas havia um sorriso no rosto do escravo.

— Você está diferente — Kaito disse.

— Estou — Ren respondeu. — Eu sei o que sou agora.

— E o que você é?

— Sou a puta de vocês. E eu quero isso.

Kaito sentiu o sangue esquentar.

— Você quer ser humilhado?

— Quero.

— Quer ser castigado?

— Quero.

— Quer ser fodido até não conseguir mais andar?

— Isso é tudo o que eu quero.

Takeshi, que estava na cama, riu.

— Eu sabia que você era um puta, escravo.

Kaito se ajoelhou na frente de Ren, segurou seu rosto e o beijou com força.

— Então você vai ter o que quer.

A partir daquele dia, Ren não era mais apenas um escravo. Ele era a puta dos dois senhores.

E ele adorava cada segundo.

Kaito amarrou Ren na cama de Takeshi, com os braços esticados para cima, as pernas abertas, a coleira presa a uma corrente.

— Hoje você não vai sair daqui — Kaito disse.

— Não quero sair — Ren respondeu.

— Bom menino.

Takeshi pegou o chicote. Desta vez, Ren não contou os golpes. Ele apenas sentiu.

A dor era deliciosa. A pele ardia, os músculos se contraíam, e cada golpe trazia um choque de prazer que fazia seu pau endurecer.

— Você está gostando — Takeshi disse.

— Estou — Ren gemeu.

Kaito se aproximou, enfiou os dedos no cu do escravo, sentindo o aperto.

— Você quer ser fodido agora?

— Quero.

— Peça.

— Por favor, senhor. Me foda. Me foda até eu esquecer meu nome.

Kaito enfiou o pau no cu de Ren, metendo forte. Takeshi continuava com o chicote, alternando golpes nas coxas e nas nádegas.

Ren sentia os dois paus — um no cu, e a dor do chicote em sua pele.

— Isso — Ren gemia. — Mais.

— Você é um puta — Kaito dizia.

— Sou. Sou a puta de vocês.

Os três gozaram juntos.

Na noite seguinte, Takeshi forçou Ren a engatinhar pelo quarto, a coleira arrastando no chão.

— Você é um cachorro — Takeshi disse.

— Sou — Ren respondeu.

— Cachorros não falam.

Ren fez um som de animal.

Kaito riu.

— Ele está aprendendo.

— Vamos ver se ele aprendeu mesmo.

Takeshi jogou um pedaço de pão no chão.

— Come.

Ren abaixou a cabeça e comeu o pão do chão, os olhos fixos nos dois senhores.

— Bom menino — Kaito disse, acariciando sua cabeça.

Ren sentiu uma onda de tesão. Ele estava sendo humilhado, e adorava.

No domingo, Kaito e Takeshi decidiram que Ren usaria a coleira o dia inteiro.

— Você vai ficar de joelhos no centro do quarto — Kaito disse.

— O dia inteiro?

— O dia inteiro.

Ren obedeceu.

A noite caiu. Kaito e Takeshi se sentaram para jantar, enquanto Ren permanecia de joelhos, a coleira no pescoço, o plug no cu.

— Você está com fome? — Takeshi perguntou.

— Estou, senhor.

— Então implore.

Ren implorou. Foi humilhante, e ele adorou.

No final da noite, os dois senhores o foderam até o amanhecer.

Ren nunca foi libertado.

Ele não queria ser.

Ele era a puta de Kaito e Takeshi. E ele amava cada segundo.

— Você é meu — Kaito disse, naquela manhã.

— Sou seu — Ren respondeu.

— E meu — Takeshi acrescentou.

— Sou de vocês.

Os dois senhores beijaram Ren.

E ele sorriu.

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