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Conto Erótico Gay: Madrugada na Casa do Théo

conto erotico gay - comi o cu do primo do meu amigo

Sou o Ravi, tenho 27 anos, 1,86 m de altura, moreno, cabelo raspado nas laterais, corpo definido de quem joga bola toda semana. Olhos castanhos, tatuagem de flecha no antebraço, e um olhar que sempre entrega mais do que devia. Jogo futebol com os amigos do clube e sou o mais observador do grupo — não perco um detalhe, por menor que seja.

Meu melhor amigo é o Théo, 24 anos, gente boa demais, sempre tá na minha casa e eu na dele. Mas a história que vou contar aconteceu com um primo dele que veio passar uns dias na casa dele. O cara é todo tímido, 18 anos, magrelo, branquelo igual ao Théo, deve ter 1,60 m, estilo quieto, cabelo na testa, mas quando bati o olho nele, notei umas encaradas disfarçadas no moreno aqui. Fingi que não vi, claro.

Eu e Théo costumamos ir a umas festas na praia e voltar tarde. Nesse dia, os pais dele estavam viajando, então resolvemos exagerar — casa vazia é casa liberada. Chegamos por volta das 4 da manhã. Aliás, cheguei eu, porque o Théo tinha apagado na bebida. Tive que carregar o desgraçado nas costas. O primo dele desceu rápido e me ajudou, todo nervoso, cara de medo, mas de vez em quando dava uma olhada de rabo de olho no pai aqui. Eu tava um pouco alto de cerveja, mas lúcido, tranquilo, e com o saco cheio — porque na festa só consegui uns beijos com uma garota que não quis ir além, então voltei de mãos vazias.

O baixinho ficou ali, olhando pro chão, tentando disfarçar, tímido ao extremo.

— Sabe que sua tia não pode saber como o Théo chegou, né, parça?

— Sim, sim.

Deixei o Théo jogado na cama, fechei a porta do quarto e fui tentar puxar conversa com o primo dele, mas ele não cedia. Andando pelo corredor, vi a porta de um quarto aberta e entrei sem cerimônia.

— Olha o quarto do cara que fica me encarando.

Cama de solteiro, uma TV antiga, tudo muito arrumado, bem diferente do quarto bagunçado do Théo. Caí na cama, analisando ele em pé, bermuda de tactel marcando a bunda magra, e uma camiseta larga demais.

— Por que tu fica me encarando às vezes?

Falei na hora, empolgado pela bebida.

— Nada não, fico não.

— Fica sim, parça. Acha que não vejo você me olhando? Vem aqui. Chega perto.

Ele caminhou na minha direção, todo vermelho, sem saber o que fazer. Eu já alisava a madeira que subia com aquela cena.

— É que você gosta? É isso? Tem curiosidade? Nunca viu de moreno?

— Não… Não… Não é isso não.

Ele tava vermelho, sem reação, e não acreditava no volume que eu tirei pra fora e fiquei balançando na frente dele. Meu pau é grosso, cheio de veias, cabeça roxa, 20 cm de tranco que não passa despercebido. Ele arregalou os olhos, tentava resistir, mas dava pra ver que a boca já tava molhada de vontade.

— Vai, cai de boca antes que o Théo acorde.

— Não… Não gos…

Ele tentava disfarçar, mas o olhar curioso entregava tudo. Tava impressionado, ali, na frente dele, duro igual pedra.

— Tá pulsando, cheio de vontade de uma boca aqui. Tu vem ou não matar essa vontade? Decide.

Ele chegou perto da cama, passo a passo, com medo, tentava, queria, não sabia dizer sim. Afinal, tinha uma rola grossa, cheia de veias, pulsando na frente dele.

— Apaga a luz, deixa a porta entreaberta, porque daí eu ouço se seu primo abrir a porta. Vai.

Ele obedeceu, deixou uma fresta por onde entrava a luz do corredor. O silêncio era total. Caso o Théo acordasse, eu ouviria a porta de madeira abrir — o que eu duvidava, do tanto que ele bebeu.

— Vai ficar entre nós, relaxa.

Ele sentou ao lado da cama, precisava se sentir seguro. Soltei isso enquanto direcionava a mão dele até meu cacete. Pulsando, ele pegava, ouvia seu respirar fundo, seu medo, mas também consegui ouvir seu desejo. Aquele silêncio da madrugada, aquela sensação de medo dava ainda mais vontade de fazer acontecer.

— Chupa.

Ele se jogou entre as minhas pernas, sentia meu cacete que não fechava a mão dele de tão grosso, respirava e aos poucos colocava a boca. Ali já era o ponto do domínio. Agora o cara pagava o boquete pra mim, realizava sua vontade por uma rola morena que pulsava, enchia sua boca, e ele explorando, tentando curtir cada centímetro. Ainda tava com medo. Já tive boquetes melhores, mas aquele era um ensinamento, e adoro iniciar, ensinar um putinho, ainda mais daquele jeito, baixinho, magrinho.

— Devagar, calma que tá encostando o dente!

Segurava ele pelo cabelo, fazia aquele vai e vem enquanto ele se apoiava entre as pernas do moreno.

— Abre bem essa boca, ahhh, mais, vai!

Enfiei a tora ao máximo. Ele começou a se afogar, a babar. Tirei e ele respirava fundo, mas nem dei moral, mandei mamar de novo. Afastei o rosto dele, enchi a mão com minhas bolas e fiz ele sugar, enquanto meu cacete cobria o rosto dele. Ele sugava, lambia, sentia o gosto do meu saco.

— Isso, sente o sabor… isso…

Puxei ele e lasquei um beijo. No começo tentou fugir, mas segurei firme. Não curto muito, mas a sensação pedia. Queria comer aquele cuzinho e o afeto tinha que rolar. As mãos dele se espalhavam pelo meu corpo, ele se perdia enquanto meu alvo era a bunda dele. Enfiei a mão por dentro da bermuda e já fui dedando o buraco. Ele se espichava tentando fugir, mas não conseguia, se prendia ao meu corpo, enquanto o dedo brincava gostoso.

— Tá doendo…

— Relaxa, tô amaciando…

Meu dedo ficava entre o anel dele, nas bordas, e naquele momento eu queria mesmo era foder.

— Fica de quatro aí na cama, vai.

Direcionei ele. Feito uma pluma, fiz ele abrir bem o cu. Pela fresta da porta a luz deixava a bunda magra exposta, dando uma sensação única. O carinha com a cara enfiada no travesseiro e o cu pro alto. Meu dedo brincava com a borda do anelzinho. Coloquei o polegar, senti ele retrair, meti cuspe e continuei massageando o buraco, enquanto a cabeça do meu cacete começava a pincelar buscando o melhor caminho pra entrar.

Pincelada e forçando, ouvia ele gemendo, sentia o corpo tentando expulsar meu cacete de dentro. A grossura da minha rola espantava qualquer cu, ainda mais o dele, que já tinha sido usado, mas pouco. Semi-virgem, se é que existe.

— Geme baixo, aguenta firme, senão seu primo acorda.

Esse era o medo dele, e eu usava isso a favor. Lubrifiquei bem o cuzinho dele e fui mandando a rola, segurando na cintura dele sem deixar fugir. Pela pouca luz via ele se esforçando, mordendo o travesseiro, mas querendo provar a pica do moreno aqui.

Aos poucos, com bastante jeito, ele tinha um tronco dentro dele. Pedia calma. As mãos segurando minha cintura, tentando sair ou me controlar, era o auge. Eu ainda não tinha começado a meter, estava até o talo dentro dele. Ele meio que rebolava, tentava acomodar o pau nas entranhas, tentava entender aquele troço grosso dentro dele que fazia seu cu coçar de desejo.

Comecei a fazer um movimento leve. Ele começou a engolir seco a vontade de gritar, gemer alto, e eu, empolgado, comecei a acelerar aos poucos. Seu cu apertado mordia minha pica de medo, de desejo, e eu a me contorcer. Era a primeira dor da estocada. Era gostoso demais sentir ele apertando, mordendo meu pau com o cu. Era a forma do corpo reagir, tentar expelir esse troço que abria totalmente suas entranhas. E assim segurei firme e meti, vai e vem rápido. Comecei a rebolar, pra esquerda, direita. Meu pau começava a abrir passagem e ele ali, cara enfiada, mordendo firme o travesseiro e meu pau. Gostoso. Socada firme e forte.

— Tá gostoso? É isso que queria?

Ele balançava com um gesto de sim.

— Isso é pra você aprender a não ficar manjando rola de macho.

Na mesma cena que falei isso, enfiei forte e acelerado, fazia do rabo dele meu brinquedo. Dei dois tapões na bunda dele. Nem ligava se o Théo ia acordar ou não. Nossos corpos simplesmente reagiam ao sexo. Afundava a pica nele e ouvia seus gemidos, tentando aguentar. Seu corpo trêmulo. Sentia a reação daquele prazer. E não existe coisa melhor quando sabemos que uma puta é saciada. Ao mesmo tempo que fincava, eu dava um fôlego e analisava o estrago. O cu estava aberto, um oco só de tanto pau, e ele gostava.

— Era pica de verdade que queria, né!

— Humrummm… hummmmm…

Viagem boa afundando dentro dele, e eu não ia aguentar. Meu leite estava prestes a explodir e seria dentro daquele cu. Queria bater leite e assim fiz. Mandei madeira pra dentro.

A mão dele às vezes tentava me segurar, mas não adiantava. Ele não tinha força pra negar aquela pica dentro dele. Ao mesmo tempo que sofria, sua vontade explodia. Seu corpo reagia a todo momento. As mãos, a minha, e o amolecer de uma vontade. Ele estava entregue, não tinha mais forças nem vontade de se segurar. Foi num desses momentos de negação que enfiei mais e mais, fazendo com que o que antes era medo virasse gozo. Meu pau comprimiu e soltou todo o gozo dentro do cu dele, fundo, profundo, e ele gritou. Não se aguentou, nem o travesseiro. Seu gemido foi único, explosivo, instantâneo…

Fui tirando a tora de dentro dele, devagar. Ele relaxava, suspirava fundo e caía sobre a cama. Estava aberto, todo melado, todo gozado, pelo cu e pela piquinha dele, pois vi o lençol todo melecado. O puto soltou o gozo junto comigo. Aquela explosão de prazer foi única.

— Quem foi que comeu esse rabo aí antes de mim?

Ele olhava fixo, surpreso com a pergunta.

— Estava mal comido, agora deixei ele como deve ser… Quem foi? Théo?

— Não… Não… (me olhava arregalado)

— Foi meu tio Paulo. (disse ele)

— O do futebol, pai da Bia? Hummm, bem fraco hein, esperava mais dele rsrsrs (dei uma gargalhada)

Paulo era um quarentão todo cheio de marra, tatuagem, jogava bola com a gente. Mas claro, fiquei surpreso em saber que foi ele que iniciou essa bunda.

— Por favor, não conta pra ninguém, por favor.

— Hummm, fica sussa, fica entre eu e tu.

Na mesma hora veio o seguinte pensamento: (E claro, vou usar essa informação quando eu precisar. hahahaha)

FIM

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