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Conto erótico gay: A COLEIRA DO MÉDICO – QUANDO O PACIENTE VIROU PUTA DO DOUTOR

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O consultório ficava no último andar de um prédio antigo na Rua Augusta. Sem placa na porta, sem recepcionista, sem fila de espera. Só quem era indicado por alguém de confiança conseguia marcar hora. O Doutor César não atendia convênio, não atendia plano, não atendia ninguém que não fosse do meio. E o meio era específico: homens que procuravam um médico que entendia o que eles precisavam e que não fazia perguntas demais.

O Gustavo tinha 28 anos, corpo magro e definido de quem malhava todos os dias, cabelo castanho bagunçado, olhos verdes que escondiam um segredo que ele nunca tinha contado para ninguém. Ele era casado com a Patrícia há três anos, tinha um emprego estável como analista de sistemas, e uma vida que parecia perfeita no papel. Mas o que ninguém sabia — nem a esposa, nem os amigos, nem os colegas de trabalho — é que o Gustavo passava as noites acordado, navegando em sites, lendo contos, imaginando coisas que ele nunca tinha coragem de fazer.

Ele queria ser dominado.

Não era algo que ele escolheu. Era algo que ele sentia. Uma vontade que crescia no peito, que fazia o pau endurecer, que o deixava com tesão só de imaginar alguém mandando nele. Ele queria ser humilhado, queria ser usado, queria estar de joelhos para um homem que soubesse o que fazia.

Mas como? Onde? Com quem?

Foi um amigo que indicou o Doutor César. “Ele é médico, mas também é outra coisa”, o amigo disse, com um sorriso enigmático. “Se você quer explorar esse lado, ele é o cara. Só não vá pensando que ele é bonzinho.”

O Gustavo marcou hora. E naquela terça-feira, às 21h, ele subiu os quatro andares de escada, o coração batendo forte, e bateu na porta.

A porta abriu. O Doutor César era um homem de 45 anos, alto, com o corpo de quem nadava todos os dias. Cabelo grisalho aparado, olhos azuis que pareciam atravessar a alma, barba feita na régua. Ele usava um jaleco branco aberto sobre uma camisa social preta, e a postura dele era de quem não tinha pressa.

— Gustavo? — a voz era grave, calma.

— Sim, doutor.

— Entra.

O consultório era diferente de qualquer consultório que o Gustavo já tinha visto. Não tinha maca de exame, não tinha aparelho de pressão, não tinha cheiro de álcool. Tinha um sofá de couro, uma poltrona, uma mesa de madeira, e uma parede forrada de livros. Havia uma porta no fundo, fechada, e o Gustavo não sabia o que tinha atrás.

— Senta — o Doutor César disse, apontando para o sofá.

O Gustavo sentou. As mãos suavam.

— Você veio aqui porque quer ser dominado — o médico disse, sem rodeios.

— Sim.

— Você já fez isso antes?

— Não. Nunca.

— Você é casado?

— Sou.

— Sua esposa sabe?

— Não.

O Doutor César se sentou na poltrona, cruzou as pernas, e olhou para o Gustavo como se estivesse lendo um livro aberto.

— Me conta o que você imagina quando se masturba.

O Gustavo sentiu o rosto queimar.

— Eu… eu imagino sendo mandado. Sendo humilhado. Sendo usado.

— Usado como?

— Como um objeto. Como uma puta.

O médico não riu. Não julgou. Apenas assentiu.

— Você quer ser minha puta, Gustavo?

O silêncio durou três segundos.

— Quero.

O Doutor César se levantou. Caminhou até o Gustavo, parou na frente dele, e pegou algo no bolso do jaleco. Era uma coleira de couro preto, fina, com um pingente de prata em forma de cruz.

— Isso é o símbolo do que você vai ser. Se você aceitar, você vai usar isso todas as vezes que vier aqui. E vai fazer tudo o que eu mandar. Sem questionar. Sem hesitar.

O Gustavo olhou para a coleira. O coração disparou.

— E se eu não aceitar?

— Se você não aceitar, você levanta e vai embora. Não vai ter julgamento. Mas também não vai ter o que você veio buscar.

O Gustavo pensou na esposa, no emprego, na vida perfeita. Pensou em tudo que ele ia perder se alguém descobrisse. Mas pensou também no tesão que o consumia, na vontade que não o deixava dormir, na fome que ele sentia no meio do peito.

— Eu aceito — ele disse.

O Doutor César colocou a coleira no pescoço do Gustavo. O couro era frio, mas foi esquentando contra a pele. O pingente de prata brilhou sob a luz do abajur.

— Ajoelha.

O Gustavo ajoelhou. Os joelhos tocaram o chão de madeira.

— Tira a roupa.

O Gustavo obedeceu. Camisa, calça, cueca. Ficou nu, o corpo magro brilhando sob a luz.

O Doutor César sentou na poltrona e abriu a calça. O pau dele era grande, grosso, veiudo, a cabeça roxa e brilhando de pré-gozo.

— Chupa.

O Gustavo enfiou o pau do médico na boca. A cabeça bateu no fundo da garganta, e ele sentiu a arder, os olhos lacrimejando. Mas ele não parou. Ele chupou com vontade, a língua deslizando pela cabeça, a mão na base.

— Isso — o Doutor César gemeu, a mão no cabelo do Gustavo. — Você mama bem, putinha.

Gustavo chupou mais rápido, a saliva escorrendo pelo queixo.

— Olha pra mim.

Gustavo olhou para cima. Os olhos azuis do médico estavam fixos nos dele.

— Você é minha puta agora. E vai fazer tudo o que eu mandar.

Gustavo assentiu com a boca cheia.

O Doutor César o puxou pelo cabelo e o jogou no sofá. O Gustavo caiu de bruços, a bunda empinada.

— Você vai levar o meu pau no cu. E vai pedir por isso.

O médico passou lubrificante nos dedos e enfiou um no cu do Gustavo. O rapaz se contorceu, mas não fugiu.

— Isso — Gustavo gemeu. — Isso.

O segundo dedo entrou. O terceiro. O Gustavo já estava gemendo alto.

— Tá pronto?

— Tô.

O Doutor César posicionou o pau na entrada e enfiou de uma vez. O Gustavo gritou, abafado pela mão que o médico colocou em sua boca.

— Cala a boca. Seu gemido é meu.

O médico metia forte, cada estocada mais funda. A mão dele apertava a coleira, puxando o pescoço do Gustavo para trás.

— Você é minha puta.

— Sou — Gustavo respondia.

— Você é um objeto.

— Sou.

— Você é um buraco.

— Sou.

O Doutor César metia mais rápido, a mão no pau do Gustavo, masturbando-o no ritmo das estocadas.

— Vai gozar comigo.

— Vou.

Os dois gozaram juntos. O Gustavo sentiu o leite quente escorrer pela barriga, e o pau do médico pulsar dentro dele.

O Doutor César tirou o pau devagar. O Gustavo ficou deitado no sofá, o cu escorrendo porra, a boca babada.

— Você foi bem — o médico disse, sentando-se ao lado dele. — Mas isso foi só o começo.

O Gustavo olhou para ele.

— O que mais o senhor vai fazer comigo?

— Vou te ensinar o que é ser submisso de verdade. Vou te ensinar a implorar. Vou te ensinar a sentir prazer na dor. E vou te usar até você não conseguir mais andar.

O Gustavo sentiu o pau endurecer de novo.

— Eu quero.

— Eu sei que você quer.

O Doutor César se levantou, foi até a porta do fundo e a abriu. Lá dentro, o Gustavo viu uma sala com correntes nas paredes, uma cama de metal, e uma mesa cheia de instrumentos.

— Na próxima vez, você vai entrar aqui. E vai ficar até eu decidir que pode sair.

O Gustavo engoliu em seco.

— E quando é a próxima vez?

— Amanhã. Mesmo horário. E não se atrase.

O Gustavo se vestiu, a coleira ainda no pescoço. O Doutor César a removeu e guardou no bolso.

— Você vai sentir falta disso — ele disse.

— Já estou sentindo.

O Gustavo desceu as escadas, o corpo dolorido, o cu ardendo. Mas ele estava feliz. Feliz por ter encontrado alguém que o entendia. Feliz por ter encontrado um lugar onde ele podia ser ele mesmo.

Ele voltou para casa. A esposa dormia. Ele deitou ao lado dela, olhou para o teto, e sorriu.

Na próxima terça, ele voltaria.

E na terça seguinte.

E na outra.

Até que ele não precisasse mais ir embora.


FIM DO CAPÍTULO 1.

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