|

Conto Erótico Gay: Curiosidade de Casado e o Encontro pelo App

conto erotico gay casado

Meu nome é Fábio, tenho 27 anos, sou branco, meio gordinho, e sou casado com uma mulher incrível. Sempre me considerei hétero, nunca tinha olhado para homem nenhum com segundas intenções. Mas ultimamente andava com uma curiosidade que não me deixava em paz.

Comecei a ver vídeos gays escondido, no celular, sempre à noite, quando minha esposa dormia. No começo era só curiosidade. Depois virou obsessão. Eu me imaginava no lugar daqueles caras, sentia um tesão diferente, uma vontade que eu não sabia explicar. Chegou num ponto em que eu não aguentava mais. Precisava experimentar.

Baixei um aplicativo de relacionamento gay. Só para conversar, eu dizia pra mim mesmo. Ver como era. Sempre fui bom de papo com mulher, achei que com homem seria fácil. Não foi. Nos primeiros dez minutos, uns cinco caras me chamaram, mas nenhum prestava. Ou mandavam foto do pau, ou pediam a minha. Eu queria conversa, queria sentir alguma coisa, não só isso.

Depois de meia hora, apareceu um cara diferente. Não vou mentir, o papo fluiu. Ele não tinha pressa. Perguntou o que eu curtia, eu falei que nunca tinha feito nada com homem, que era casado, que estava curioso. Ele não julgou. Só disse que entendia, que já tinha passado por isso com um cara casado antes. Isso me deixou mais à vontade.

O app mostrava que a gente estava a menos de dois quilômetros um do outro. Ele perguntou se eu queria encontrá-lo. Eu disse que sim, mas que não sabia como fazer. Ele perguntou se eu era ativo ou passivo. Eu não sabia o que isso significava. Ele explicou. Disse que era versátil. Perguntou se podia vir na minha casa.

Minha esposa só chegava depois das oito da noite. Eu saía para trabalhar às seis. Tínhamos a tarde inteira. Ele topou. Pediu uma hora para se arrumar. Eu fui para o banho.

Passei quase uma hora no chuveiro. Me depilei todo, me preparei como nunca tinha feito por ninguém. O coração batia forte, a adrenalina subia, e eu nem pensava nas consequências. Só queria sentir.

Passou mais de uma hora. Eu olhava o celular a cada minuto. Não sabia nem o nome dele. Não sabia nada. Até que chegou a mensagem:

“Tô aqui na frente.”

Quase infartei. Olhei pela janela, tinha um carro estacionado um pouco longe, discreto. Abri o portão. Ele entrou rápido. Olhei para os lados, a rua estava vazia. Fechei o portão e entrei.

Ele estava parado no meio da sala, mexendo no celular. Camiseta preta, bermuda jeans, tênis branco. Cabelo escuro, barba por fazer, uns 30 e poucos anos, mais alto que eu, mais forte também. Não era bonito de novela, mas tinha um jeito que impunha respeito.

Ficamos em silêncio por uns segundos. Depois ele olhou pra mim e disse:

— E aí, beleza?

Dei um sorriso meio sem jeito.

— Beleza. Então… como é que a gente faz agora?

Ele riu baixinho.

— Você quer dar ou quer comer?

Eu travei. Ninguém nunca tinha me perguntado isso. Comecei a suar, meu pau murchou de nervoso. Ele percebeu. Chegou mais perto, devagar, e perguntou com um sorriso safado:

— Posso?

Acenei com a cabeça. Ele me abraçou devagar. Encostou o rosto no meu pescoço e começou a cheirar. Sentia a barba dele roçando na minha pele, o calor do corpo dele contra o meu. Não sabia mais quem eu era, o que estava fazendo. Só sentia.

Ele beijou meu pescoço. Passou a mão na minha bunda. Senti um arrepio subir pela coluna. Meu pau continuava mole, mas o tesão estava lá, em cada célula do meu corpo. Pedi para ele tirar a camisa. Ele tirou. Peito cabeludo, barriga dura, braços grossos. Me abracei nele de novo, sentindo aquele corpo contra o meu.

A gente ficou se pegando por um tempo. Até que ele me beijou na boca. No começo estranhei. Nunca tinha beijado homem. Mas depois fui curtindo. A língua dele na minha, o gosto de hortelã, a barba arranhando. Quando dei por mim, já estava entregue.

Ele me virou de costas. Encostou o corpo no meu, o pau duro dele pressionando minha bunda por cima da roupa. Eu empinei sem pensar. Passei a mão na bermuda dele por trás, agarrei o pau dele por cima do tecido. Puxei pra fora. Era grosso, quente, pesado. Passei ele no meu rabo, sentindo a textura, o calor. Ele me virou de frente, me beijou de novo e foi me empurrando pela cabeça pra baixo.

Me ajoelhei na frente dele. Fiquei de cara com um pau bonito. Cabeça rosada, cheia de veias, duro igual pedra. Maior que o meu, com certeza. Fiquei admirando por um tempo, até que senti a mão dele na minha cabeça, me puxando. Abri a boca e coloquei ele dentro.

Foi diferente de tudo. A textura da pele, a cabeça lisa, o corpo mais elástico. Não cabia todo na minha boca. Eu era desajeitado, acho que até mordi sem querer. Mas ele não reclamou. Só me guiava com a mão, devagar, me ensinando o ritmo. Eu curti demais. Mesmo sem jeito, mesmo sem saber direito o que fazer, eu curti.

Ele me puxou pra cima. Começou a chupar meu peito. Isso me deu um tesão que eu não sabia que existia. Do peito ele subiu pro pescoço, depois pra boca. Depois desceu de novo. Abocanhou meu pau, mesmo mole. Mas o que ele queria mesmo era atrás.

Me virou de costas. Começou a dar mordidas leves na minha bunda. Abriu meu rabo com as duas mãos. Ficou olhando por um tempo. Depois senti uma língua gelada, molhada, passando bem devagar no meu cu. Me arrepiei todo. Ele ficou ali um tempão, lambendo, chupando, me deixando louco. Eu me empinei todo, sem vergonha nenhuma, no meio da sala.

Ele se levantou. Me abraçou por trás. Agora a gente estava os dois pelados. Ele chupava meu pescoço, uma mão no meu peito, a outra segurando o pau e passando nas minhas coxas. Eu empinei de novo, quase pedindo. Ele perguntou no meu ouvido:

— Posso?

Só consegui sussurrar:

— Hum.

Ele me pegou pela cintura e me jogou de quatro no sofá. Eu caí e já empinei o rabo, esperando. Senti a cabeça do pau dele na entrada. Ele ficou ali, passando a cabeça na borda, empurrando bem devagar. Eu já estava louco. Ele cuspiu no meu cu e empurrou de novo. Senti meu cu se abrindo. Uma dor fina, mas gostosa. Ele entrou devagar, centímetro por centímetro. Eu tentava relaxar, abrir o máximo que podia. Teve uma hora que senti uma ardência, como se estivesse rasgando um pouco. Mas ele foi com calma. Começou a estocar bem devagarinho.

Aquele pau entrando e saindo do meu cu foi a sensação mais maravilhosa da minha vida. Eu não aguentei e dei um gemidinho baixinho, com a voz fininha, parecendo putinha. Não sei o que ele sentiu quando ouviu. Ele enlouqueceu. Começou a estocar mais rápido, mais forte. Apertou minha cintura com uma mão e colocou a outra na minha boca pra eu chupar os dedos. Enfiou dois, depois três. Eu gemia cada vez mais. Ele tirou a mão da minha boca e colocou no meu pescoço, empurrando minha cabeça pra baixo. Encostei o rosto no sofá e empinei ainda mais.

Ele montou em mim como um cachorro monta numa cadela. Meteu fundo. Nessa hora eu não sentia mais dor, só tesão. Sentia a cabeça do pau dele batendo no fundo do meu cu. Era uma delícia. Ele começou a me perguntar se eu era a putinha dele. Eu respondi que sim, com voz fininha, afeminada. Falei que ele era meu macho, que ele tinha tirado meu cabacinho. Ele enlouqueceu de vez. Me pegou de quatro de novo e meteu rápido e forte. Perguntou se podia gozar. Eu só balancei a cabeça. Senti um jato quente e o pau dele latejando dentro de mim. Foi gostoso demais.

Quando ele saiu, eu levantei todo envergonhado. Ele sorriu e perguntou se eu tinha gostado. Eu disse que sim, óbvio. Ele riu. A gente se vestiu. A dor no cu começou logo depois. A gente riu junto. Ele se despediu com um beijo e disse que quando eu quisesse era só chamar, que meu macho vinha me comer de novo. Eu olhei tímido, a gente se despediu.

Só depois que ele saiu, quando fui tomar banho, foi que consegui gozar. E foi uma das melhores transas da minha vida.

Você também pode gostar

Deixe um comentário