A academia do bairro era daquelas de verdade. Sem frescura, sem ar-condicionado, sem música chiclete. Cheirava a suor, ferro e desinfetante. Os pesos eram de ferro, os equipamentos eram velhos, e os frequentadores eram homens que suavam de verdade.
O Lucas tinha 24 anos, corpo magro e definido que ele tinha conseguido com muito esforço nos últimos seis meses. Cabelo castanho bagunçado, olhos verdes, um piercing na orelha. Ele tinha começado na academia porque queria ficar forte. Mas o que ele realmente queria, ele não admitia nem para si mesmo.
O Thiago era o personal trainer. Trinta anos, corpo de atleta, tatuagens no braço direito, cabelo raspado dos lados, barba feita. Ele treinava pesado, dava ordens curtas e tinha um olhar que fazia os alunos tremerem. Mas não era de medo. Era de desejo.
Lucas tinha uma queda pelo Thiago desde o primeiro dia. O jeito que o personal falava perto do ouvido, a mão que corrigia a postura, o corpo suado que passava perto. O Lucas sentia o pau endurecer toda vez que o Thiago o tocava. Era uma vergonha, mas também um tesão.
A academia fechava às 22h. Naquela noite, o Lucas tinha ficado até o fim, fazendo um treino extra. O Thiago estava arrumando os pesos, a camiseta grudada no corpo suado.
— Você ainda tá aqui? — Thiago perguntou.
— Tô fazendo um treino extra — Lucas respondeu, a voz um pouco trêmula.
Thiago olhou para ele, os olhos percorrendo o corpo magro.
— Você tá fazendo errado. O agachamento. Sua postura está péssima.
Lucas sentiu o corpo gelar.
— Me mostra como faz.
Thiago se aproximou, colocou a mão na cintura de Lucas.
— Você tem que descer mais. E manter a coluna reta.
A mão do Thiago deslizou pela cintura, até a bunda do Lucas. O toque foi demorado. Lucas sentiu o pau endurecer.
— Você tá duro, Lucas — Thiago disse, a voz baixa.
— Desculpa — Lucas murmurou, o rosto vermelho.
— Não pede desculpa. Isso é o que eu queria.
Lucas sentiu o coração disparar.
— Você quer?
— Quero — Lucas respondeu.
— Então tira a roupa.
Lucas obedeceu. Os dedos tremiam enquanto tirava a camiseta, o tênis, a calça de treino, a cueca. Ficou nu, o corpo magro brilhando sob a luz da academia.
— Deita no banco — Thiago ordenou.
Lucas deitou no banco de supino, o corpo nu, o pau duro. Thiago abriu a calça, tirou o pau pra fora. Era grande, grosso, com a cabeça roxa.
— Chupa.
Lucas abriu a boca e enfiou o pau do Thiago na garganta. A cabeça do pau bateu no fundo, e ele sentiu a arder.
— Isso — Thiago gemeu, a mão no cabelo de Lucas. — Chupa gostoso.
Lucas chupava com vontade, a língua deslizando pela cabeça. A mão do Thiago apertava seu cabelo.
— Agora levanta — Thiago disse.
Lucas levantou. Thiago o virou, colocando-o de frente para o banco.
— Apoia no banco.
Lucas apoiou as mãos no banco, a bunda empinada. Thiago passou lubrificante nos dedos e enfiou no cu de Lucas.
— Isso — Lucas gemeu. — Isso.
Thiago enfiou o segundo dedo, depois o terceiro.
— Tá pronto pra levar?
— Tô.
Thiago posicionou o pau na entrada do cu de Lucas e enfiou de uma vez.
— Porra — Lucas gritou.
— Cala a boca, putinha — Thiago disse, começando a meter. — Alguém pode ouvir.
Thiago metia forte, cada estocada mais funda. Lucas sentia o pau entrar e sair, a dor se misturando com o prazer.
— Você é minha puta — Thiago dizia. — Minha puta da academia.
— Sou — Lucas respondia. — Sou sua puta.
Thiago metia mais rápido, a mão apertando a cintura de Lucas.
— Vira — Thiago ordenou. — Quero ver sua cara enquanto te como.
Lucas se virou, deitou de costas no banco. Thiago entrou de novo, metendo fundo.
— Olha pra mim, putinha.
Lucas olhou. Os olhos verdes encontraram os do personal.
— Você é um puta, Lucas. Uma puta gostosa.
— Sou seu — Lucas respondeu. — Sou todo seu.
Thiago metia mais rápido, a mão no pau de Lucas.
— Vai gozar comigo.
Os dois gozaram juntos.
Quando acabou, Thiago tirou o pau e ajeitou a calça. Lucas ficou deitado no banco, ofegante, nu.
— Isso foi bom — Lucas disse.
— Bom demais — Thiago respondeu.
Thiago pegou a camiseta e jogou em Lucas.
— Veste. Amanhã a gente repete.
Lucas sorriu.
— Combinado.
FIM.
