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Conto erótico gay: FRENTISTA MAMOU O CAMINHONEIRO E TOMOU ROLA A NOITE TODA

Conto erótico gay FRENTISTA MAMOU O CAMINHONEIRO E TOMOU ROLA A NOITE TODA (1)

A BR-116 é uma estrada filha da puta. Quem anda nela sabe disso. Tem trecho que parece tapete, tem trecho que parece carroça, e tem trecho que parece o inferno na terra. Mas o que ninguém conta é que, no meio do nada, entre Minas Gerais e São Paulo, existe um oásis de pecado disfarçado de posto de gasolina.

Era quase três da manhã quando o Sérgio encostou o caminhão na bomba. O motor roncava baixo, fumegando que nem um dragão cansado. Ele desligou a chave e aquele silêncio pesado tomou conta da cabine. O cheiro de diesel, suor e cigarro era tão forte que já tinha virado parte da roupa dele.

Sérgio era caminhoneiro há vinte anos. Quarenta e cinco anos nas costas, um corpo que já foi forte e agora tava mais pra “forte com pança de cerveja”, como ele mesmo gostava de dizer. A barba preta e mal feita cobria metade do rosto, o cabelo comprido tava preso num rabo de cavalo seboso, e a camisa xadrez aberta mostrava um peito peludo coberto de suor e poeira da estrada.

Ele pulou da cabine com um baque pesado das botas no asfalto. Esticou as costas, sentiu os ossos estalarem, e olhou em volta. O posto era daqueles antigos, com bomba de gasolina amarelada e uma lojinha de conveniência com a luz piscando. Do lado, um motel simples — daqueles com vaga coberta e quarto com cama de casal, televisão de tubo e ar-condicionado que gela ou não gela.

— Boa noite — uma voz disse.

Sérgio virou a cabeça. Na porta da lojinha, apoiado no batente, tava o frentista. Um moleque novo, magro, pele morena, olhos puxados que brilhavam com um misto de tédio e curiosidade. Ele usava a camisa azul do posto com o nome “Matheus” bordado no peito. O cabelo raspado na zero destacava o rosto liso e os olhos que não saíam do caminhoneiro.

— Boa noite, patrão — Sérgio respondeu, a voz grossa de quem não dorme há dois dias. — Enche o tanque e dá uma olhada no óleo. Tô na estrada desde o Rio.

Matheus se moveu devagar, como se tivesse todo o tempo do mundo. Pegou a mangueira e começou a abastecer. Mas os olhos dele não tavam na bomba. Tavam nas pernas grossas de Sérgio, nas botas, no peito peludo que aparecia na abertura da camisa.

— Muita viagem, hein? — Matheus puxou conversa, a voz mais suave que o normal. — Deve estar cansado.

— Cansado e com fome — Sérgio disse, coçando a barba. — A cozinha ainda tá aberta?

— Já fechou — Matheus respondeu, e um sorriso pequeno apareceu no canto da boca. — Mas se quiser, eu faço um sanduíche na minha casa ali atrás. Moro com meu pai, mas ele viajou.

Sérgio franziu a testa. Ele não era bobo. Conhecia o jogo. Já tinha visto muito frentista dando em cima de caminhoneiro na calada da noite. Mas esse moleque era bonito. Magrinho, com aquele corpo de nadador que aparecia debaixo da camisa azul, o short de brim marcando uma bunda redonda que não cabia ali.

— E o que mais você faz nessa casa, Matheus? — Sérgio perguntou, a voz baixa, os olhos escuros encarando os do frentista.

Matheus travou por um segundo. A mão dele tremia levemente na mangueira. Depois, ele deu um passo pra perto.

— Depende do que o senhor quiser.

O ar entre os dois ficou pesado. Sérgio sentiu o sangue descer quente pro pau. Ele não dormia com alguém há três meses, desde que a esposa chutou ele de casa. E o moleque tava ali, oferecendo sanduíche e um sorriso safado.

— Termina de abastecer — Sérgio ordenou, a voz rouca. — E me mostra essa casa.

Matheus terminou rápido. Passou o cartão, guardou a mangueira, e puxou as chaves do bolso. Ele caminhou na frente, e Sérgio seguiu. A casa era uma construção simples, de madeira e tijolo, com uma varanda onde tinha uma cadeira de balanço e um cachorro magro que nem levantou a cabeça.

A porta rangeu quando Matheus abriu. A sala era pequena, com um sofá coberto de crochê, uma televisão antiga e uma mesa de plástico. Mas o que importava era o quarto. Sérgio viu a porta entreaberta, viu a cama de solteiro com lençol azul, e sentiu a saliva secar na boca.

— A cozinha é ali — Matheus apontou. — Pode sentar, vou fazer o sanduíche.

Mas Sérgio não sentou. Ele pegou o braço de Matheus e puxou o moleque pra perto. Colou o corpo grande contra o magro, sentiu a respiração ofegante do frentista contra seu peito.

— Cê fica me olhando toda vez que eu passo aqui — Sérgio sussurrou, a boca perto da orelha de Matheus. — Achando que eu não vejo, né?

Matheus tentou responder, mas a voz saiu falha. O corpo dele tava duro, tremendo. Sérgio enfiou a mão por baixo da camisa do frentista, sentiu a pele quente, os músculos lisos do abdômen.

— Desce a mão, vai — Sérgio ordenou.

Matheus desceu. A mão trêmula encontrou o volume na calça jeans do caminhoneiro. O pau de Sérgio tava duro, quente, e parecia gigante sob o toque dos dedos finos.

— Tira — Sérgio mandou.

Matheus desabotoou a calça, puxou o zíper com dificuldade, e tirou o pau do caminhoneiro pra fora. Era grande e grosso, com a cabeça roxa e brilhando de pré-gozo. O cheiro forte de suor e sexo subiu na hora.

— Chupa — Sérgio disse. — Chupa que nem homem.

Matheus caiu de joelhos no chão de cimento. Ele enfiou o pau de Sérgio na boca sem pensar duas vezes, engolindo o máximo que conseguia. Era grande demais, e ele sentiu a garganta arder quando a cabeça bateu no fundo.

— Porra, isso — Sérgio gemeu, a mão grossa apertando a cabeça raspada de Matheus. — Toma tudo, viado. Toma.

O som era molhado, sujo. A saliva escorria pelo pau de Sérgio, molhando os pelos do caminhoneiro. Matheus alternava entre engolir fundo e lamber a cabeça com a ponta da língua, os olhos lacrimejando, a respiração toda errada.

— Cê mama bem — Sérgio disse, puxando o rosto do frentista pra cima. — Mas agora quero mais.

Ele levantou Matheus pelo braço e jogou o moleque na cama. A mola rangeu, o colchão fino quase não segurou o peso dos dois. Sérgio tirou a camisa, jogou no chão, e ficou só com a calça aberta. O corpo peludo brilhava de suor.

— Vira — ele ordenou. — Vira de bruços.

Matheus obedeceu. Virou o corpo, arqueou as costas, oferecendo a bunda redonda pro caminhoneiro. Sérgio puxou o short de brim e a cueca juntos, deixando as nádegas brancas e lisas expostas.

— Tá nervoso? — Sérgio perguntou, dando um tapa forte que fez o corpo de Matheus saltar.

— Tô… tô com tesão — Matheus respondeu, a voz chorosa.

Sérgio cuspiu na mão, passou a saliva no pau, e enfiou um dedo no cu do moleque. Matheus se contorceu, mas não fugiu. Empurrou a bunda pra trás, querendo mais.

— É assim que cê gosta, né? — Sérgio provocou. — Que te tratem igual puta.

— Sim — Matheus gemeu. — Me come, tio. Me come sem dó.

Sérgio não precisou ouvir mais. Alinhou a cabeça do pau na entrada do cu do frentista e enfiou com força. Matheus gritou — um grito abafado pelo travesseiro — enquanto o caminhoneiro enterrava o pau até o fundo.

— Caralho, como é apertado — Sérgio bufou, começando a meter. Cada estocada fazia o corpo de Matheus bater no colchão. A cama rangeu que nem uma condenada.

— Tudo, tio, tudo — Matheus gemia, a voz toda quebrada. — Me enche de porra.

Sérgio metia forte. A mão dele segurava a cintura do frentista, puxando o corpo magro contra o pau grosso. A outra mão deu mais uns tapas na bunda vermelha, que já tava marcada com as digitais do caminhoneiro.

— Cê gosta de ser fodido assim? — Sérgio perguntou, a voz ofegante. — Gosta de ser putinha de caminhoneiro?

— Gosto! — Matheus gritou. — Sou putinha do senhor, só do senhor!

O corpo do caminhoneiro tava escorrendo de suor. Os movimentos ficaram mais rápidos, mais brutos. Sérgio sentiu o pau doendo de tanto tesão, sentiu a porra subir.

— Vou gozar, viado — ele avisou. — Vou gozar tudo dentro.

— Goza! — Matheus implorou. — Me enche!

Sérgio deu mais três estocadas fortes, enterrou o pau até o talo, e gozou. O corpo inteiro tremeu, os gemidos saíram roucos, abafados pela respiração pesada. Ele sentiu o cu de Matheus apertar ao redor do pau, sugando cada gota.

Quando ele tirou, uma mistura de porra e saliva escorreu pela coxa do frentista. Matheus tava deitado, o rosto enterrado no travesseiro, o corpo ainda tremendo. Ele também tinha gozado, o leite escorrendo pelo colchão azul.

Sérgio sentou na beira da cama, a respiração pesada, o pau ainda meio duro. Ele olhou pro moleque, que virou o rosto e sorriu.

— Foi bom, tio? — Matheus perguntou, a voz cansada.

— Bom pra caralho — Sérgio respondeu. — Cê é foda.

Os dois ficaram em silêncio por um tempo. O som do vento lá fora, o barulho de um carro passando na estrada, o zumbido da geladeira. Sérgio se levantou, puxou a calça, e foi até a cozinha.

— E o sanduíche? — ele perguntou, abrindo a geladeira.

Matheus riu, ainda nu na cama, os olhos puxados brilhando.

— Pão, mortadela e queijo. É o que tem.

— Serve — Sérgio disse, pegando os ingredientes.

Ele fez dois sanduíches enormes, colocou na mesa de plástico, e os dois comeram em silêncio. O caminhoneiro olhava o frentista, o corpo magro ainda sem roupa, a bunda vermelha de tapa, e sentiu o pau endurecer de novo.

— Sabia que eu preciso dormir pelo menos quatro horas antes de pegar a estrada? — Sérgio disse, a voz baixa.

— A cama é pequena — Matheus respondeu, sorrindo. — Mas a gente se vira.

Sérgio se levantou, pegou o moleque no colo como se fosse uma boneca, e levou ele de volta pro quarto. A noite ia ser longa.

FIM.

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