Kenji trabalhava como entregador de uma loja de conveniência 24 horas. Naquela noite, ele recebeu um pedido estranho: uma entrega para um endereço no alto de um prédio abandonado no centro da cidade.
— Isso é furada — ele pensou.
Mas o dinheiro era bom. Ele pegou a moto e foi.
O prédio era um arranha-céu escuro, com janelas quebradas. Kenji subiu as escadas até o último andar. A porta rangeu quando ele empurrou.
Dentro, um homem alto, de terno preto, estava sentado numa poltrona. Os olhos vermelhos brilhavam na penumbra.
— Você trouxe minha encomenda? — o homem perguntou, a voz profunda.
— Tá aqui — Kenji respondeu, a mão tremendo.
O homem se levantou. Ele era imenso. Aproximou-se de Kenji com passos lentos.
— Eu não pedi comida — ele disse, segurando o rosto do entregador. — Eu pedi você.

Kenji tentou recuar, mas Satoru o puxou pela cintura com uma força sobrenatural. O beijo foi bruto, molhado, cheio de fome. A língua de Satoru invadiu a boca de Kenji, e ele sentiu o gosto de café e desejo.
— Você é meu agora — Satoru sussurrou, a voz rouca.
Kenji sentiu o corpo tremer. O pau dele já tava duro, latejando.
— Mas eu nunca fiz isso com um homem… — ele tentou argumentar.
— Vai aprender.

Satoru soltou Kenji e apontou para o chão.
— Ajoelha.
Kenji obedeceu. Os joelhos tocaram o piso frio. Satoru abriu a calça e tirou o pau pra fora. Era grande, grosso, veiado, com uma cabeça brilhante.
— Chupa — ele ordenou.
Kenji enfiou o pau na boca. A cabeça bateu na garganta, e ele sentiu a arder. Ele chupou com vontade, a mão apertando a base.
— Isso — Satoru gemeu, a mão nos cabelos azuis de Kenji. — Você mama bem, putinha.

Satoru virou Kenji de costas, apoiou ele na parede e entrou de uma vez. Kenji gritou, a dor se misturando com o prazer.
— Isso — Satoru disse, metendo fundo. — Você é apertado, putinha.
Kenji sentia o pau entrar e sair, cada estocada mais profunda.
— Mais… — ele pediu.
— Mais o quê?
— Mais fundo.
Satoru meteu mais forte, a mão na cintura de Kenji.

Satoru sentou na poltrona e puxou Kenji para o colo.
— Cavalga — ele ordenou.
Kenji montou no pau de Satoru, subindo e descendo, o corpo magro se movendo.
— Isso — Satoru gemia. — Você é uma puta gostosa.
Kenji cavalgava rápido, a mão no peito do dominador.

Satoru deitou Kenji na mesa de jantar.
— Vou te comer até você gozar.
Ele metia forte, a mão no pau de Kenji.
— Vai gozar comigo — Satoru disse.
Os dois gozaram juntos.

Kenji estava deitado no chão, ofegante.
— Isso foi bom — ele disse.
— Bom demais — Satoru respondeu.
Satoru se curvou e beijou a testa de Kenji.
— Você é meu agora.
— Sou.

