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Conto erótico gay: MOTOBOY CASADO VIRA PUTA SUUBMISSA DO PATRÃO

conto erotico gay motoboy casado (1)

O Maurício trabalhava como motoboy há cinco anos. Trinta e dois anos, corpo magro e definido de quem passa o dia inteiro em cima da moto, pele morena queimada de sol, cabelo preto curto, olhos castanhos cansados, e uma aliança de casamento no dedo. Casado com a Patrícia há sete anos, dois filhos, um apartamento pequeno na periferia, e as contas que nunca terminavam de ser pagas.

O patrão dele, o Seu Renato, era dono de uma transportadora pequena, mas que faturava bem. Cinquenta e cinco anos, corpo de urso, barriga de cerveja, braços grossos e peludos, cabeça raspada, e um olhar que fazia os funcionários tremerem. Ele era casado também, mas a esposa vivia viajando, e ele passava a maior parte do tempo sozinho.

Maurício sempre foi um bom funcionário. Pontual, honesto, nunca reclamava. Mas o Renato sempre olhava ele de um jeito diferente. O jeito de quem avalia uma mercadoria.

— Maurício, fica depois do expediente hoje — Renato disse, uma sexta-feira. — Preciso falar com você sobre umas entregas extras.

— Tá, patrão.

O expediente acabou, os outros funcionários foram embora. Maurício ficou na garagem, arrumando a mochila, quando Renato apareceu.

— Vem na minha sala.

O Maurício não sabia o que tava acontecendo. Ele só sabia que o patrão tinha mandado ele ficar depois do expediente, e que os outros funcionários já tinham ido embora. A garagem tava vazia, as motos paradas, e o silêncio só era cortado pelo zumbido do ar-condicionado da sala do Renato.

Maurício entrou na sala. O Renato tava sentado atrás da mesa, os dedos entrelaçados, os olhos fixos no motoboy.

— Fecha a porta — Renato disse, a voz grossa.

Maurício fechou. O coração já tava acelerado.

— Senta.

Maurício sentou na cadeira em frente à mesa. As mãos suavam.

— Você tá precisando de dinheiro, né, Maurício? — Renato perguntou, sem rodeios.

— Tô, patrão. Sempre preciso.

— Eu sei. As contas, os filhos, a esposa… não é fácil.

— Não é.

Renato se levantou. Caminhou devagar até a janela, as costas para o motoboy.

— Eu posso te ajudar. Posso te dar um salário extra todo mês. Mas você vai ter que fazer algo por mim.

Maurício engoliu em seco.

— O quê, patrão?

Renato se virou. O olhar dele era diferente. Era o olhar de quem já tinha tomado o que queria muitas vezes.

— Você é um homem bonito, Maurício. Você já reparou como eu te olho?

Maurício sentiu o corpo gelar. O rosto ficou quente.

— Patrão, eu sou casado…

— Eu sei que é casado. E daí? Você acha que a Patrícia vai saber? Não, se você não contar.

Maurício olhou para o chão. As contas. Os filhos. A escola. A comida.

— O que eu tenho que fazer?

Renato se aproximou. O corpo grande do patrão preenchia o espaço. Ele colocou a mão no ombro de Maurício, os dedos grossos apertando a carne.

— Você vai ser meu, Maurício. Minha puta. Quando eu quiser, onde eu quiser. Em troca, você ganha o salário extra.

Maurício sentiu o pau endurecer. A mão do Renato no seu ombro, o calor do corpo, o cheiro de perfume e cigarro.

— Tá — ele disse, a voz saindo mais fina do que ele queria. — Tá.

Renato não perdeu tempo. Ele puxou Maurício da cadeira, segurou o rosto do motoboy com as duas mãos, e o beijou.

O beijo foi bruto. Molhado. Cheio de tesão acumulado. A língua do patrão invadiu a boca do Maurício, e ele sentiu o gosto do cigarro e do uísque.

— Isso — Renato murmurou, a boca ainda colada. — Relaxa, putinha. Vai ser gostoso.

A mão do Renato deslizou pelo corpo do Maurício, apertando a bunda por cima do jeans.

— Você tá duro, Maurício. Tá sentindo meu pau na sua perna?

Maurício sentia. O pau do Renato tava duro, pressionando sua coxa.

— Tira a roupa — Renato ordenou.

Maurício obedeceu. Os dedos tremiam enquanto desabotoava a camisa da transportadora. Tirou a camisa, a calça jeans, a cueca. Ficou nu, o corpo magro e definido, a pele morena brilhando sob a luz do escritório.

Renato olhou para o corpo do motoboy. Os olhos percorreram do pescoço aos pés.

— Caralho — ele disse, a voz rouca. — Você é lindo, Maurício. Mais lindo do que eu imaginava.

Maurício sentiu o rosto queimar.

— Ajoelha — Renato ordenou.

Maurício ajoelhou no chão da sala. O piso frio contra os joelhos.

Renato abriu a calça e tirou o pau pra fora. Era grande, grosso, veiudo, com uma cabeça roxa e brilhando de pré-gozo. Os pelos escuros na base, o cheiro forte de suor e sexo.

— Olha pra isso, Maurício — Renato disse, segurando o pau com a mão. — Olha o pau que vai comer sua boca.

Maurício olhou. O pau era enorme.

— Tá vendo? Isso vai entrar na sua boca. E você vai engolir tudo.

— Sim, patrão.

— Me chama de senhor.

— Sim, senhor.

— Abre a boca — Renato ordenou.

Maurício abriu. Renato enfiou o pau na boca do motoboy. A cabeça bateu no fundo da garganta, e Maurício sentiu a arder.

— Isso — Renato gemeu, a mão no cabelo do Maurício. — Chupa gostoso, putinha. Chupa que nem puta.

Maurício chupava com vontade, a língua deslizando pela cabeça, a boca molhada de saliva. Ele sentia o gosto do pré-gozo, o salgado do suor.

— Você mama bem, hein? — Renato disse, a respiração pesada. — Já fez isso antes, né, seu viadinho?

Maurício não respondeu. Só chupou mais rápido, a mão apertando as bolas do patrão.

— Olha pra mim — Renato ordenou. — Quero ver seus olhos enquanto você engole meu pau.

Maurício olhou pra cima. Os olhos castanhos encontraram os do patrão.

— Isso — Renato gemeu. — Você é um puta, Maurício. Uma puta gostosa.

Renato começou a meter na boca do motoboy. Movimentos curtos, fundos. A cabeça do pau batia na garganta de Maurício, e ele sentia a arder, os olhos lacrimejando.

— Toma tudo — Renato dizia. — Toma, seu viado.

Maurício sentiu o pau de Renato pulsar na boca.

— Vou gozar — Renato avisou. — Vai engolir tudo, seu puto.

Renato gozou. O leite quente encheu a boca de Maurício, e ele engoliu tudo, sentindo o gosto forte e salgado.

— Caralho — Renato gemeu, a mão ainda no cabelo do motoboy. — Que delícia.

Maurício se levantou, a boca ainda molhada. O pau dele tava duro, latejando.

— Agora minha vez — ele disse, a voz rouca.

Renato riu, uma risada baixa e rouca.

— Você quer me comer, putinha? Quer dar o cu pra mim?

— Quero.

— Então deita na mesa.

Maurício deitou de bruços na mesa de madeira. O tampo era frio contra a pele.

— Vou te preparar — Renato disse, passando lubrificante nos dedos.

O dedo do Renato tocou o cu de Maurício, frio e escorregadio.

— Relaxa, putinha. Vai ser gostoso.

O dedo entrou. Maurício se contorceu.

— Isso — Renato disse. — Relaxa. Eu sei o que você gosta.

O segundo dedo entrou. Maurício sentiu a dor, mas também o prazer.

— Você tá apertado, Maurício. Você vai sentir meu pau inteiro.

O terceiro dedo entrou. Maurício já tava gemendo.

— Tá pronto? — Renato perguntou.

— Tô.

Renato posicionou o pau na entrada do cu de Maurício.

— Vai devagar — Maurício pediu.

— Vai.

Renato enfiou o pau devagar. A cabeça entrou, e Maurício sentiu o ardor.

— Isso — Renato gemeu. — Você é apertado, putinha.

O pau entrou mais fundo. Maurício sentia cada centímetro, a dor se misturando com o prazer.

— Porra — Maurício gritou.

— Cala a boca — Renato disse, começando a meter. — Alguém pode ouvir.

Renato metia forte, cada estocada mais funda. Maurício sentia o pau entrar e sair, a mão do patrão na sua cintura.

— Você gosta, né, Maurício? — Renato perguntou. — Gosta de ser fodido?

— Gosto — Maurício respondeu. — Gosto muito.

— Você é minha puta agora — Renato disse, metendo mais forte. — Minha puta.

— Sou — Maurício respondeu, a voz chorosa. — Sou sua puta.

— Vira — Renato ordenou. — Quero ver sua cara enquanto te como.

Maurício se virou, deitou de costas na mesa. As pernas abertas.

Renato entrou de novo, metendo fundo.

— Isso, Maurício — Renato dizia, a mão no pau do motoboy. — Você é um puta gostoso.

— Me come mais — Maurício pedia. — Me come fundo.

Renato metia mais rápido, a mão no pau de Maurício.

— Vai gozar comigo — Renato disse.

— Vou — Maurício respondeu.

Os dois gozaram juntos.

Os dois ficaram parados, a respiração pesada.

— Isso foi bom — Maurício disse.

— Bom demais — Renato respondeu.

Os dois se arrumaram.

— Amanhã você volta — Renato disse.

— Volto.

FIM.

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