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Conto Erótico Gay Hentai: O PATRÃO E O ESCRAVO SUBMISSO Cap 3

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CAPÍTULO 3 – O TREINAMENTO


Ren passou a noite no quarto de Kaito, mas não dormiu. A coleira ainda estava em seu pescoço, o couro marcando a pele, e o corpo doía — mas era uma dor boa, uma dor que o lembrava de que ele pertencia a alguém. E, pela primeira vez na vida, ele gostava disso.

Ao amanhecer, Kaito entrou no quarto com uma bandeja de chá e frutas. Ele não disse nada. Colocou a bandeja no chão e sentou-se na borda da cama, observando o escravo com olhos calculistas.

— Levante-se — ele ordenou.

Ren obedeceu. O corpo nu brilhava sob a luz da manhã.

— Você vai começar seu treinamento hoje. De verdade.

— Sim, senhor.

Kaito tirou a coleira do pescoço de Ren e a segurou como se fosse uma relíquia.

— Você já entendeu o que significa ser minha propriedade. Mas agora você vai aprender a implorar. A se humilhar. A sentir prazer na dor.

Ren sentiu o coração acelerar.

— O que o senhor quer que eu faça?

Kaito se levantou e caminhou até a parede, onde uma prateleira escondia uma caixa de madeira. Ele abriu a caixa e revelou cordas de seda, um chicote curto, uma venda e um objeto de metal — um plug anal prateado, com uma pedra vermelha na base.

— Hoje, você vai aprender a confiar em mim — Kaito disse. — E a obedecer sem hesitar.

Kaito amarrou as mãos de Ren com as cordas de seda, prendendo-as atrás das costas. Depois, colocou a venda sobre os olhos do rapaz, mergulhando-o na escuridão.

— Você não vai ver. Vai sentir.

A primeira coisa que Ren sentiu foi a ponta do chicote tocar sua pele. Foi leve, quase um carinho. Depois, mais forte.

— Conte — Kaito ordenou.

— Um — Ren disse.

O chicote bateu novamente.

— Dois.

Três. Quatro. Cinco.

A cada golpe, a pele de Ren ardia, mas o prazer crescia. Kaito batia no ritmo exato para manter o escravo no limite entre a dor e o êxtase.

— Você gosta disso, não gosta? — Kaito perguntou.

— Sim, senhor — Ren respondeu, a voz trêmula.

— Peça mais.

— Por favor, senhor. Me castigue mais.

Kaito bateu mais forte. Ren gemeu.

Depois, Kaito deixou o chicote de lado e pegou o plug de metal. Ele passou lubrificante no objeto e, sem avisar, enfiou-o no cu de Ren.

— Isso — Ren gemeu, sentindo o metal frio entrar.

— Você vai usar isso o dia inteiro.

— Sim, senhor.

Kaito puxou as cordas que prendiam as mãos de Ren e o guiou até o centro do quarto.

— Ajoelhe-se.

Ren ajoelhou, o plug ainda dentro dele, a venda nos olhos.

— Agora, vou te ensinar a implorar direito.

Kaito colocou o pau na frente do rosto de Ren.

— Peça.

— Por favor, senhor — Ren disse, a voz rouca. — Deixe-me chupar o pau do senhor. Deixe-me provar o senhor.

Kaito enfiou o pau na boca de Ren, que chupou com fome.

— Mais devagar — Kaito ordenou. — Aprenda a saborear.

Ren obedeceu, a língua deslizando lentamente pela cabeça.

Kaito gozou na boca do escravo, e Ren engoliu.

— Bom menino — Kaito disse, acariciando o cabelo de Ren. — Você está aprendendo.

Kaito removeu a venda e as cordas. Ren piscou, ofuscado pela luz.

— O que o senhor quer que eu faça agora?

— Você vai ficar no meu quarto o dia inteiro. De joelhos. Com o plug. E não vai se tocar até eu chegar.

— Sim, senhor.

— E se você obedecer, amanhã terá uma recompensa.

Kaito saiu, fechando a porta atrás de si.

Ren ficou ali, de joelhos, o plug no cu, o corpo ainda tremendo.

Horas se passaram. Ren sentiu a necessidade de se masturbar, mas se conteve. Ele queria a recompensa.

Quando Kaito finalmente voltou, já era noite.

— Você obedeceu? — Kaito perguntou.

— Sim, senhor.

Kaito se aproximou, a mão deslizando pelo corpo de Ren.

— Então você merece sua recompensa.

Kaito deitou Ren na cama, removeu o plug devagar e enfiou o pau no cu do escravo.

— Isso — Ren gemeu. — Me fode, senhor.

Kaito metia forte, a mão no pau de Ren.

— Goza comigo.

Os dois gozaram juntos, o corpo de Ren tremendo sob o do senhor.

Depois, Kaito deitou ao lado do escravo.

— Amanhã você vai conhecer alguém.

— Quem? — Ren perguntou.

— Meu irmão.

Ren sentiu o corpo gelar.

— Ele vai passar a temporada aqui. E vai querer te usar também.

Ren sentiu o coração disparar.

— O senhor vai compartilhar?

Kaito olhou para Ren, os olhos cinza brilhando.

— Você é minha propriedade. Eu faço o que quiser com você.

A noite caiu, e Ren soube que o jogo estava apenas começando.

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