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Conto Erótico Gay Hentai: O PATRÃO E O ESCRAVO SUBMISSO Cap 2

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CAPÍTULO 2 – A COLEIRA


A noite no estábulo havia sido apenas o começo. O beijo bruto, o corpo de Ren pressionado contra a parede, a mão de Kaito apertando sua coxa — tudo aquilo foi um prelúdio. Um aviso do que viria.

Nos dias seguintes, o Senhor Kaito mudou. Já não tratava Ren como um simples servo. Sua voz ganhou um tom mais baixo, mais íntimo. Seus olhos cinza seguiam o rapaz por toda a mansão, avaliando cada movimento, cada palavra, cada olhar.

Ren sentia o peso daquela atenção. Mas não se encolhia. Pelo contrário — ele se erguia, como se soubesse que o senhor estava prestes a tomar o que queria.

E Kaito queria tudo.

— Venha comigo — Kaito disse, uma noite, após o jantar.

Ren obedeceu em silêncio. Seguiu o senhor pelos corredores de madeira escura até o quarto principal. O cômodo era grande, com tatames no chão, uma cama baixa com lençóis de seda preta, e uma janela que se abria para o jardim iluminado pela lua.

Kaito fechou a porta.

— Tire a roupa.

Ren obedeceu. A túnica caiu no chão, e ele ficou nu, o corpo dourado brilhando sob a luz das velas. A cicatriz no ombro parecia uma marca de propriedade.

— Ajoelhe-se.

Ren ajoelhou. Os joelhos tocaram o tatame macio, mas sua coluna permaneceu reta, os olhos fixos no senhor.

Kaito caminhou ao redor dele, como um lobo avaliando sua presa. Os dedos do senhor tocaram o ombro de Ren, deslizando pela cicatriz.

— Você já foi propriedade de alguém antes?

— Não, senhor. Fui tomado em uma batalha. Meu senhor anterior morreu.

— E desde então, você esperou por um novo dono.

Ren não respondeu. Mas seus olhos diziam que sim.

Kaito se ajoelhou atrás dele e, com um movimento lento, colocou algo em volta do pescoço de Ren. Era uma coleira de couro preto, com um pingente de prata no centro.

— Isto — Kaito disse, a voz rouca — é o símbolo do que você é. Do que você vai ser para mim.

Ren sentiu o couro apertar contra sua pele. O calor do senhor atrás dele.

— E o que eu vou ser para o senhor?

— Minha puta. Minha propriedade. Minha posse.

A mão de Kaito deslizou pelo peito de Ren, apertando seu mamilo. Ren prendeu a respiração.

— Você vai aprender a me servir. Não com tarefas, mas com seu corpo. Sua boca. Seu cu. Tudo em você vai ser meu.

Kaito puxou a coleira, forçando Ren a inclinar a cabeça para trás.

— Você entende?

— Entendo, senhor.

— Bom menino.

Kaito se levantou e foi até a cama. Na parede, havia ganchos de metal — um deles com uma corrente pendurada.

— Venha.

Ren levantou-se e foi até ele.

Kaito prendeu a coleira de Ren na corrente da parede, deixando o rapaz de pé, braços livres, mas preso pelo pescoço.

— Fique assim.

Kaito se sentou na cama, abriu sua própria roupa e tirou o pau para fora. Estava duro, grosso, veiado, a cabeça brilhando.

— Olhe para mim.

Ren olhou.

— Você quer chupar isso?

— Quero, senhor.

— Peça.

Ren engoliu em seco.

— Por favor, senhor. Deixe eu chupar o pau do senhor. Por favor.

Kaito sorriu. Um sorriso frio e cruel.

— Você ainda vai aprender a implorar direito. Mas, por hoje…

Ele se levantou, puxou a corrente, e forçou Ren a ajoelhar novamente.

— Vai.

Ren abriu a boca e enfiou o pau de Kaito na garganta. A cabeça bateu no fundo, e ele sentiu a ardência, os olhos lacrimejando.

— Isso — Kaito gemeu, a mão nos cabelos de Ren. — Chupa. Chupa como se sua vida dependesse disso.

Ren chupava com fome, a língua deslizando pela cabeça, a mão apertando a base. A corrente balançava a cada movimento.

— Pare — Kaito ordenou.

Ren parou.

— Abra a boca.

Ren abriu. Kaito cuspiu nela.

— Engula.

Ren engoliu.

— Você é minha puta. Minha puta suja.

— Sou, senhor.

— Deite-se de bruços.

Kaito soltou a coleira e Ren se deitou no tatame, a bunda empinada.

Kaito sentou-se em suas coxas, passou lubrificante nos dedos e enfiou um no cu de Ren.

Ren se contorceu.

— Fique quieto — Kaito disse, enfiando o segundo dedo.

O terceiro dedo entrou, e Ren já estava gemendo.

— Você gosta disso, não gosta?

— Gosto, senhor.

— Você é um puta.

— Sou.

Kaito enfiou o pau de uma vez. Ren gritou, abafado pela mão que Kaito colocou em sua boca.

— Cala a boca. Seu gemido é meu.

Kaito metia forte, cada estocada mais funda, a mão apertando a coleira, a corrente batendo contra a madeira.

— Você é minha propriedade.

— Sou — Ren gemia.

— Vou gozar dentro de você. E você vai pedir.

— Por favor, senhor. Goza dentro de mim.

Kaito gozou, o corpo tremendo. Ren gozou também, o leite quente escorrendo.

Kaito tirou o pau e deitou ao lado do escravo.

— Isso foi apenas o começo — ele disse.

— Eu sei — Ren respondeu.

Os dois ficaram em silêncio.

Até que Kaito se levantou, vestiu a roupa e foi até a porta.

— Amanhã começa seu treinamento de verdade — ele disse.

A porta se fechou.

Ren ficou sozinho, a coleira ainda no pescoço, o corpo dolorido e o coração acelerado.

Ele sabia que tinha descoberto algo.

Algo que o assustava.

E o excitava.

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